Publicações de 2023 (Mestrado)

  • Dissertação - Maíra Machado da Silva

    COVID LONGA EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS COM INFECÇÃO PELO SARS-COV2: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DE ESTUDOS OBSERVACIONAIS

    Autor: Maíra Machado da Silva (Currículo Lattes)

    Orientador: Prof. Dr. Lingie Zhang

    Dissertação - Maíra Machado da Silva

  • Dissertação - Lucas Souza Ventura

    MULTIMORBIDADE, MORBIDADES E COVID LONGA: ESTUDO POPULACIONAL COM ADULTOS E IDOSOS DO SUL DO BRASIL

    Autor: Lucas Souza Ventura (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Mirelle de Oliveira Saes

    Dissertação - Lucas Souza Ventura

  • Dissertação - Ana Cristina Batista Lino

    Impacto das infecções causadas por Klebsiella pneumoniae na taxa de resistência antimicrobiana e no uso de antibióticos em um hospital de atendimento terciário no extremo sul do Brasil

    Autor: Ana Cristina Batista Lino (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Andrea Von Groll

    Dissertação - Ana Cristina Batista Lino

  • Dissertação - Liziane Göebel Casarin Jaekel

    Avaliação da qualidade de vida na codependência entre familiares de usuários de substâncias psicoativas

    Autor: Liziane Göebel Casarin Jaekel (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Ana Luiza Muccillo Baisch

    Dissertação - Liziane Göebel Casarin Jaekel

  • Dissertação - Alex Sandra Avila Minasi

    Avaliação do conhecimento sobre HIV/AIDS em população privada de liberdade pela teoria de resposta ao item

    Autor: Alex Sandra Avila Minasi (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Carla Vitola Goncalves

    Dissertação - Alex Sandra Avila Minasi

  • Dissertação - Luis Gustavo Oliveira Farias

    Avaliação da soropositividade para anticorpos anti-Toxocara spp. em pessoas vivendo com HIV-1 e sintomatologia neurológica atendidas em hospital público do extremo sul do Brasil

    Autor: Luis Gustavo Oliveira Farias (Currículo Lattes)

    Orientador: Prof. Dr. Carlos James Scaini

    Dissertação - Luis Gustavo Oliveira Farias

  • Dissertação - Andrezza Medeiros Faria

    AVALIAÇÃO PRÉ-CLÍNICA DE COMPOSTOS SINTÉTICOS HETEROCÍCLICOS DERIVADOS DO GRUPAMENTO BENZOTIADIAZOL PARA O TRATAMENTO DA TOXOCARÍASE VISCERAL

    Autor: Andrezza Medeiros Faria (Currículo Lattes)

    Orientador: Prof. Dr. Carlos James Scaini

    Resumo

    A toxocaríase humana é uma antropozoonose negligenciada, que tem como principal agente etiológico o nematódeo Toxocara canis, parasito intestinal de cães. Os anti-helmínticos indicados para o tratamento dessa parasitose tecidual apresentam baixa a moderada resolução clínica, devido à baixa absorção desses fármacos em nível tecidual, sendo importante o desenvolvimento de novos fármacos para tratamento dessa parasitose tecidual. Este estudo teve como objetivo avaliar a eficácia de compostos químicos derivados do grupamento benzotiadiazol em testes in vitro, in silico e in vivo, a fim de selecionar compostos com potencial para desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da toxocaríase visceral. No teste in vitro de triagem foi avaliada atividade larvicida de 14 compostos químicos (1,0 mg/mL), em placas de microcultivo (em duplicata), com larvas de T. canis em meio RPMI-1640, incubadas a 37°C e tensão de CO2 de 5%, por 48 horas, sendo empregado o indicador de viabilidade celular azul de Tripan 0,5%. Desses, quatro compostos (C3, C6, C9 e C10) apresentaram atividade sobre 100% das larvas de T. canis, sendo selecionados C3 e C6 na concentração larvicida/larvostática mínima (CLM) de 0,25mg/mL e C9 na CLM de 0,8mg/mL. Na avaliação de citotoxicidade, os compostos C3 e C9 não apresentaram, nas respectivas CLMs citotoxicidade em células de macrófagos murinos da linhagem J774A1. Após esses testes, foi confirmada a inviabilidade de larvas de T. canis expostas aos compostos C3 e C9 no teste in vitro através da inoculação em camundongos (n=2). Os compostos C3 e C9 apresentaram parâmetros de biodisponibilidade adequados na análise in silico. No teste in vivo para a avaliação da atividade dos compostos sobre a intensidade da infecção por T. canis, foram formados quatro grupos de cinco camundongos Swiss inoculados com 500 ovos de T. canis, pela via intragástrica (IG), como segue: Tox+C3: administração de C3 (10 mg/Kg/1xd/5d); Tox+C9: administração de C9 (10 mg/Kg/1xd/5d); Tox+ABZ: administração de albendazol (ABZ) (40 mg/kg/1xd/5d); Tox: administração de solução salina tamponada com fosfato (PBS)/1xd/5d). O tratamento com o composto C9 promoveu redução significativa (p<0,05) na intensidade de infecção por T. canis, quando comparado ao grupo controle (Tox). Além disso, o resultado do C9 foi equivalente (p>0,05) ao obtido com a administração do anti-helmíntic ABZ. Conclui-se que o composto químico C9 apresenta atividade larvicida para T. canis, eficácia semelhante a observada com o anti-helmíntico albendazole em modelo murino e ausência de citotoxicidade na CLM, sendo um candidato a composto protótipo para o tratamento da toxocaríase visceral.

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  • Dissertação - Brenda de Almeida Perret Magalhães

    PROFILAXIA PRÉ E PÓS EXPOSIÇÃO AO HIV: CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS E ESTUDANTES DA SAÚDE DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO NO EXTREMO SUL DO BRASIL

    Autor: Brenda de Almeida Perret Magalhães (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Vanusa Pousada da Hora

    Resumo

    A IST causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode ocasionar a síndrome da imunodeficiência adquirida (aids). O HIV é um dos maiores desafios para a saúde pública, pois ainda não se conhece a cura para essa condição, e ainda que seja tratável muitos indivíduos não têm acesso ao tratamento, principalmente em países de baixa renda. O uso de antirretrovirais como prevenção tem se mostrado um método efetivo, as profilaxias pré e pós exposição ao HIV fazem parte desses métodos e ambas possuem grande importância devido à sua eficácia em prevenir a infecção pelo vírus. A região sul do Brasil possui taxas preocupantes em relação ao número de novos casos e as taxas de mortalidade causadas pelo HIV e pela aids, por isso, o objetivo do trabalho foi avaliar o conhecimento dos profissionais e estudantes das áreas da saúde de um Hospital Universitário do município de Rio Grande acerca das profilaxias pré e pós exposição ao HIV (PrEP e PEP). A pesquisa foi realizada com médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e farmacêuticos que atuam no Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Corrêa Jr. (HU-FURG/Ebserh), e estudantes de ensino superior dos cursos de Enfermagem e Medicina da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), através de um questionário online. Os resultados deste trabalho comprovam que as taxas de conhecimento/acerto tanto sobre PrEP quanto sobre PEP foram maiores para os profissionais do que para os estudantes. Quanto ao nível de distinção entre ambas, o conhecimento sobre a PEP foi maior ao da PrEP, tanto para os profissionais quanto para os estudantes. Destaca-se que para algumas questões básicas sobre as profilaxias, o conhecimento tanto dos estudantes quanto dos profissionais foi considerado insuficiente. Dentre os achados desta pesquisa observou-se que para questões como: ‘Sabe o que é PrEP ou PEP?’ (p=0,001); ‘Uso de preservativo durante a PrEP?’ (p=0,002); ‘Idade para início da PrEP’? (p=0,000); ‘Indicação da PEP?’ (p=0,002); ‘Tempo de duração da PEP?’ (p=0,005); ‘Materiais sem risco para transmissão do HIV’ (p=0,044); ‘Indicação de PEP após contato com urina sem luva’ (p=0,036); e ‘Indicação de PEP após contato de pele íntegra com escarro’ (p=0,023), os estudantes de enfermagem sabiam menos que os de medicina. Os resultados também mostram que profissionais com tempo de formação menor ou igual a cinco anos obtiveram menos acertos nas questões: Uso de preservativo durante a PrEP?’ (p=0,002); ‘Exame sorologia PrEP?’ (p=0,019); ‘Enfermeiro prescreve PrEP?’ (p=0,001); ‘Enfermeiro prescreve PEP’? (p=0,025). Este estudo evidencia a necessidade de estratégias para divulgação destas profilaxias, tanto no meio dos profissionais quanto entre os estudantes.

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  • Dissertação - Mariana Rodrigues Trápaga

    ASPERGILOSE EM PACIENTES CRÍTICOS INTERNADOS EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA EM HOSPITAL TERCIÁRIO NO SUL DO BRASIL

    Autor: Mariana Rodrigues Trápaga (Currículo Lattes)

    Orientadora: Profa. Dra. Melissa Orzechowski Xavier

    Resumo

    Nas últimas décadas, a relevância da aspergilose pulmonar invasiva (API) em pacientes críticos em unidade de terapia intensiva (UTI) tem sido demonstrada, culminando com agravo do quadro clínico e maior taxa de mortalidade nas UTIs. Dentre os fatores de risco para o desenvolvimento de API, destacam-se as infecções respiratórias virais graves, incluindo a covid-19. O diagnóstico da aspergilose é considerado um desafio, e com isso diferentes algoritmos clínicos/laboratoriais são propostos a partir de uma combinação de exames para confirmação diagnóstica. Associando a emergência da aspergilose no grupo de pacientes em UTI, com a não notificação obrigatória que resulta em uma falta de dados no Brasil, especialmente na região sul, há a necessidade urgente de avaliar a epidemiologia local em diferentes regiões do Brasil. Assim, o objetivo desse trabalho foi determinar a prevalência, e avaliar dados clínico-epidemiológicos de pacientes com e sem covid-19 com aspergilose em UTI no Hospital Universitário Dr. Miguel Riet Correa Jr. (HU- FURG/EBSERH). Trata-se de estudo retrospectivo incluindo pacientes em ventilação mecânica entre janeiro de 2020 e agosto de 2022, cuja investigação de infecção fúngica foi realizada a partir de amostra respiratória e sérica. Foram coletados dados epidemiológicos (sexo e idade) desses pacientes, assim como dados clínicos (co- infecções, comorbidades, e variáveis hospitalares) em prontuário online.
    Além disso, foram coletados resultados dos exames micológicos realizados (cultivo de aspiradotraqueal, detecção de antígeno galactomanana em aspirado traqueal e soro) em banco de dados do Laboratório de Micologia da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), e prospectivamente foi realizado exame adicional de reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real para detecção de DNA de Aspergillus spp. nas amostras clínicas. Foram incluídos no total 87 pacientes, sendo 31 desses covid-19. Baseando-se nos algoritmos clínicos disponíveis para diagnóstico de API foram identificados 14 casos de aspergilose pulmonar associada a covid-19 provável (pCAPA) (n=5) ou de aspergilose pulmonar invasiva provável (pIPA) (n=9). A incidência geral de aspergilose na UTI foi de 78 casos a cada 1.000 hospitalizações, sendo que pCAPA e pIPA ocorrerem em 16% dos pacientes com (5/31) e sem covid-19 (9/56), respectivamente. Os resultados obtidos são pioneiros e evidenciam a importância da aspergilose em UTI em um hospital terciário do sul do Brasil, além de demonstrar a necessidade da melhoria do acesso aos exames laboratoriais de biomarcadores para um correto diagnóstico e condução dos casos.

    TEXTO COMPLETO DA DISSERTAÇÃO